Eis que rebenta,
sem língua e sem tento,
sem língua e sem tento,
em câmara ardente.
Nem mais um dia aguento!
Sem mais nem menos,
sempre latente,
e omnipresente.
quero ir além,
sem desdém,
quero sentir por demais.
e sozinha ou com alguém
e nunca dizer jamais.
garanto adrenalina,
e muita dopamina.
sentir pulsar
uma vontade voraz
e até gritar,
nada é em vão
no cemitério jaz,
a ignóbil ausência,
e fria tenaz.
vai-te demência.
Acorda vaidade,
apraz saciedade.
em vão a saudade.
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